quinta-feira, 18 de setembro de 2014

TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DESTACANDO SUAS CONTRIBUIÇÕES E DESAFIOS ENFRENTADOS PELO PROFESSOR EM SEU USO NO ENSINO.

TECNOLOGIA E EDUCAÇÃO DESTACANDO SUAS CONTRIBUIÇÕES E DESAFIOS ENFRENTADOS PELO PROFESSOR EM SEU USO NO ENSINO.

As interfaces da  tecnologia permeiam interferência nos aspectos socioculturais, onde a tendência é uma busca constante pelo acompanhamento das inovações tecnológicas por parte significativa dos discentes, no âmbito da família ou da comunidade os mesmos estão em constante contato com diversas  ferramentas  repletas de funcionalidades que sugerem a decodificação de manuseio, a articulação de informações e atualização de aplicativos ou dispositivos. Mediante a esse cenário de constante incorporação de elementos “novos” o ambiente escolar, parece precisar adequar-se a introdução de mecanismos que forneçam aos discentes uma permissividade para alavancar suas habilidades. Deste modo o debate do uso e acesso das tecnologias devem ser expandido para além da imagem do professor, o projeto de educação nacional precisa atenta-se a demanda por tecnologias educacionais, as instituições escolares cobrarem isso nas coordenadorias regionais e o corpo docente se abrir para a adequação da prática pedagógica com uso de artifícios tecnológicos.
Na atualidade, muitas das preocupações da tecnologia educacional estão dirigidas para as novas formas de comunicação a partir da interatividade e do estabelecimento de redes informáticas. Esse novo foco de preocupações está marcado por alguns traços emergentes, como a globalização dos mercados, a interdependência entre as culturas, a celeridade da produção, o desenvolvimento e a difusão de tecnologias. Tais mudanças causam impactos sobre a dinâmica social do conhecimento, a incorporação da robótica na produção industrial e a pobreza como efeito não desejado da aplicação de políticas de ajuste estrutural. VIDAL e MAIA , 2014.p.44

O desafio do coletivo educacional brasileiro é materializar um cenário propicio ao desenvolvimento da mediação do conhecimento com instrumentais que possam favorecer a constante evolução das competências cognitivas. A incorporação de aspectos tecnológicos facilita a práxis, mediante a construção do conhecimento mediado com apoio de recursos tecnológicos, como instrumentais audiovisuais, recursos multimídia, capazes de estruturarem imagens contextualizadas com o conteúdo, evidência de  gráficos, animações e vídeos que possam despertar a atenção dos discentes. A tendência construtivista assim ganha conotações dentro do ambiente escolar e envolve os sujeitos  em uma dinâmica contemplativa a construção do conhecimento.
E perceptível as razões para a atender à necessidade das tecnologias dentro da sala de aula, pois o cenário social é repleto de artifícios tecnológicos que despertam o interesse do público discente, que elenca a vontade do manuseio, de interagir com objetos carregados de informações que promovem a participação, tais como: computadores, software, GPS, eletros portáteis, aparelho de som e projetores. A inquietação então passa para abertura do docente em incorporar esses recursos e até que ponto a instituição de ensino tem um acervo tecnológico que favoreça a introdução dessas ferramentas no planejamento e execução das atividades.
Ainda temos um caminho muito denso a percorrer, dentro de uma questão estrutural, onde o desafio está centrado no acesso das tecnologias dentro de um cenário em que o “ data-show” lidera o recurso chave e na maioria das escolas parece existir uma verdadeira corrida de quem agenda o uso primeiro, o desafio expande-se para além da compra do mesmo, no espaço escolar público ainda temos muitas fragilidades que precisamos pauta para levarmos em consideração para além da vontade do docente de usar ou não.
A prática pedagógica é sempre tema de debate dentro da perspectiva de tornar o conhecimento mais atrativo, situando os discentes como sujeitos do conhecimento, contudo a discursão foca muito na formação do professor e em sua funcionalidade, em sala de aula, contudo, parece que em meio aos debates o foco no professor da invisibilidade  a precariedade das instituições escolares, que ainda apresenta deficiência na formação de pedagógica e na disponibilidade de tecnologias que possam favorecer um espaço mais atrativo e propicio a materialização da prática pedagógica inovadora.

Referências
VIDAL, E.M; MAIA, J.E.B. Introdução a EAD. Especialização. 1a edição. Fortaleza. 2014.

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